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Piloto de drones, uma das profissões do futuro, ganha curso em Curitiba

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Piloto de drones, uma das profissões do futuro, ganha curso em Curitiba

Investir no domínio da tecnologia é uma boa opção de carreira. Além do novo curso do Centro Europeu na capital paranaense, há outras opções à distância e presenciais no país

Novas tecnologias têm a tendência de virar febre assim que se provam bem-sucedidas e as pessoas passam a encontrar maneiras de usá-las para executar tarefas do dia a dia. Com os drones — aeronaves não tripuladas e remotamente pilotadas — não foi diferente. A partir do momento que o uso deixou de ser apenas militar e o custo desses equipamentos caiu, profissionais de diversas áreas passaram a incluí-los em sua rotina.

“Piloto de drones” virou, inclusive, uma das profissões promissoras do futuro, figurando em listas de tendências já para o ano que vem. A missão de operá-los, porém, não é tão fácil quanto parece. Além das especificidades técnicas, mesmo os menores e mais simples requerem cuidados com a segurança de quem está no chão e no ar, o que levou a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) a definir, em maio, uma regulamentação para o uso desses equipamentos .

“A regulamentação vem para colocar uma certa ordem nesse mercado que vem crescendo exponencialmente”, diz Márcio Vieira, empresário do mercado da tecnologia e supervisor do curso de pilotagem de drones do Centro Europeu.

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Até a determinação da agência reguladora, não existia, via de regra, nada que impedisse que qualquer pessoa saísse pilotando o drone “a esmo”. “Um tempo atrás nós estávamos num limbo jurídico porque cada órgão regulador tratava aquilo de uma forma — como um brinquedo, como aeromodelo ou como aeronave”, conta Márcio.

A legislação classifica as aeronaves entre aquelas usadas para fins recreativos e para atividades comerciais, corporativas e experimentais. Segundo a norma, os condutores precisam ter no mínimo 18 anos, os aparelhos precisam voar a uma distância mínima de 30 metros de terceiros e, caso estejam em uma área com pessoas, elas precisam concordar com a utilização do equipamento.

As opções de treinamento e o novo curso em Curitiba

Essas e outras especificidades fazem parte do conteúdo dos cursos de pilotagem de drones que têm se multiplicado no país. Uma busca rápida na internet retorna vários resultados, como o da escola de aviação CEAB (totalmente online), os ofertados pela Escola de Drones (presenciais e a distância) e o curso Piloto de Drones – Tecnologia e Operação Profissional de RPAS (sigla de Remotely Piloted Aircraft Systems), ofertado pelo Centro Europeu pela primeira vez nesse segundo semestre de 2017.

“O curso vem se antecipando por que, num futuro próximo, acreditamos que a Anac deve fazer uma prova de habilitação para credenciar os profissionais que vão operar esses equipamentos”, explica o professor. O conteúdo das aulas inclui, além das normas e de explicações sobre o espaço aéreo nacional, cuidados com segurança, meteorologia, navegação e empreendedorismo.

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Capazes de resistir a ambientes hostis, alcançar locais de difícil acesso e fornecer imagens aéreas privilegiadas, os drones podem ser usados por diversos setores. Enquanto os mais óbvios beneficiários da tecnologia são fotógrafos, cinegrafistas e outros profissionais do audiovisual, ela também é útil para áreas como engenharia civil, agricultura, geociência, manutenção ambiental e logística.

A formação é voltada tanto para empreendedores que desejam trabalhar exclusivamente como pilotos de RPAS quanto aqueles que querem incluir novas habilidades no currículo. “Tratamos de normas de segurança, como voar com responsabilidade e possíveis aplicações para os drones, que é um equipamento que veio para facilitar e melhorar várias áreas de trabalho”, explica Vieira. “Seja um curso presencial ou online, é importante que as pessoas tenham uma formação antes de saírem exercendo essas atividades”.

Com início em setembro e duração de sete meses, o corpo docente do curso inclui ainda Giuseppe Maset Neto, segundo sargento especialista em controle de tráfego aéreo e instrutor de tráfego; Northon Amaury Napoleão, especialista em RPAS e robótica; Gabriel Miranda, fotógrafo e film maker especialista em timelapse e imagens aéreas; e Plínio Augusto Araújo de Almeida, especialista em operação aerofotogramétrica e cartográfica com drones.

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